Crítica da Razão Pura: Prova do Mérito

Crítica da Razão Pura: Prova do Mérito

Crítica da Razão Pura: Prova do Mérito

Crítica da Razão Pura: Prova do Mérito, portanto, é o tema deste artigo.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (SEDUC-SP), desse modo, anuncia calendário de inscrições para promoção do Quadro de Magistério (QM).

A prova do mérito, portanto, vai contemplar professores de ensino fundamental e médio que ocupavam o cargo entre os anos de 2018 a 2023.

Por meio da resolução 69, de 03 de outubro de 2024, no entanto, a secretaria instruiu qual seria o material bibliográfico e de legislação que fundamenta a Prova do Mérito. 

Por meio da resolução 69, de 03 de outubro de 2024, além disso, a secretaria instruiu qual seria o material bibliográfico e de legislação que fundamenta a Prova do Mérito. 

Crítica da Razão Pura

Dentre os livros sugeridos, no componente curricular de filosofia tem a obra: Crítica da Razão Pura (1781) do filósofo iluminista alemão Immanuel Kant (1724-1804).

 O objeto desta obra é apresentar a forma que apropriamos do conhecimento.

Na introdução, na primeira parte ele reforça que nossos conhecimentos começam pela experiência, aliás ele afirma isso categoricamente.

No entanto, ele vai além, quando afirma que a gênese do conhecimento, mescla a parte empírica (sentidos) aliada a parte cognitiva (razão).

Conhecimento a priori e a posteriori

Na primeira parte, Da Distinção Entre o Conhecimento Puro e o Empírico ele distingue o conhecimento a priori (antes da experiência) e a posteriori (por meio da experiência).

A priori 

  • independente da experiência;
  • divididos em puros e impuros;

Puros

  • precisa do empirismo;

Impuros

  • “toda mudança tem uma causa” afinal, mudança advém da experiência.

A posteriori

  • por meio da experiência.

Segunda parte da introdução da Crítica da Razão Pura

Na segunda parte, intitulada: Achamo-nos de posse de certos conhecimentos “a priori” e o próprio senso comum não os dispensa.

Afinal, como o pensamento empírico (experiência) distingue do puro (racional).

As proposições pensadas são necessariamente a priori. Se não é derivada, também é a priori. Um juízo também é a priori.

Alguns exemplos de empirismo, por exemplo, a cor, a dureza, a moleza, o peso, dentre outras características empiricamente, ou seja, por meio da experiência.

Artigo sendo atuallizado

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