José do Egito: fé inabalável que transformou o sofrimento em triunfo
José do Egito é o tema deste post.
A história de José do Egito, embora brilhante por sua narrativa de superação, é também profundamente revoltante devido às injustiças que ele sofreu.
Sob uma perspectiva pessimista, a situação é profundamente revoltante.
Quando analisada por uma perspectiva otimista, no entanto, a mesma situação pode ser encarada como motivadora.
A dinâmica social da inveja: da túnica de José aos nossos dias
Antes de mais nada, é importante lembrar que José era filho de Israel.
Israel, de fato, tinha uma predileção por José, uma vez que este era filho de sua velhice (Gn 37, 3).
Por isso, Israel deu ao seu filho uma túnica maravilhosa de presente.
O fato de Israel ter presenteado seu filho com uma túnica, por exemplo, gerou, consequentemente, uma série de descontentamentos entre os outros irmãos.
Em essência, isso é literalmente o que chamamos de inveja. Consequentemente, os outros irmãos o odiavam, mesmo sem ele ter feito absolutamente nada.
Analogicamente, é natural concluir que a túnica, por assim dizer, representa os talentos.
José, de fato, tinha seus talentos; consequentemente, esses dons causavam inveja em seus irmãos.
Às vezes, o simples ato de nos colocarmos na sociedade, ou seja, de afirmarmos nossa presença, pode, consequentemente, gerar descontentamento ou até mesmo inveja em outras pessoas.
O sonho de Jacó perdão de José
José teve um sonho e contou esse sonho aos seus irmãos que os deixaram mais enfurecidos.
Foram os seguintes sonhos:
O primeiro: “Eis que estávamos atando molhos no meio do campo, e eis que o meu molho se levantava, e também ficava em pé, e eis que os vossos molhos o rodeavam, e se inclinaram ao meu molho” (Gn, 37, 7) e;
O segundo: “E teve José outro sonho, e o contou a seus irmãos, e disse: Eis que tive ainda outro sonho; e eis que o sol, e a lua, e onze estrelas se inclinavam a mim” (Gn, 37, 9).
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